segunda-feira, setembro 22, 2014

Como seguir em frente?



É, ao contrário do que falei no meu último post, não aprendi a superar as influências externas. Só estou ficando um pouco mais resistente...

Desabei na semana passada. Não consegui como lidar com tanta pressão. Fora os habituais problemas com o namorido, a Bi vem sendo de uma teimosia impressionante. Com 7 anos, ela lê sem problemas, escreve normal pra idade dela, mas se recusa a fazer alguns trabalhinhos na escola. Deixa as profs de cabelo em pé. Coloquei ela num cursinho de inglês pra crianças que ela odeia. Chora pra ir, não faz as coisas que as profs pedem. Me preocupa pq é importante pra ela. E em casa não é diferente. A primeira resposta pra tudo é não. Com mto convencimento, às vezes, consigo que ela faça alguma coisa. É mto desgastante.


Será que criança tb tem crise de 7 anos???

Fico pensando:

Como fazer pra realmente superar as influências externas e não deixar que os problemas tomem todo o espaço da minha vida?

Minha terapeuta sugeriu que eu tomasse algum remédio pra me ajudar a manter o equilíbrio nessa fase ruim. Ela sabe que eu sou contra, mas até eu tenho pensado em tomar. Tá realmente mto difícil.

Como resultado, empaquei em tudo que havia progredido nas últimas semanas... de novo...

A única coisa que fiz foi procurar o livro do Cerbasi pra ler de novo e não achei. Acho que se perdeu na última mudança. Vou ter que me virar com os artigos do site.

E vc? Sabe como fazer pra seguir em frente apesar de tudo?
Alguém me dá uma luz!!!

Beijinhos,
Paula

Comentários
4 Comentários

4 comentários :

  1. Paulinha,
    É realmente muito difícil manter o foco quando problemas externos insistem em nos aborrecer. Mas pense assim, se você conseguir cuidar de você, será uma chateação a menos na vida, né ? Pense sempre que você precisa estar bem cuidada, para enfrentar os turbilhões da vida e isso somente você pode fazer por você!
    Estou torcendo para que tudo fique bem!
    Beijo
    Camila

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    1. Obrigada pelas palavras, Camila!!
      Beijinhos,
      Paula

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  2. Então Paula, a príncipio queria te dizer que é muito fácil pra quem está de fora opinar na tua vida, mas é você que sabe os detalhes, é você quem decide que vai ou não usar de mecanismos de defesa quando alguém tocar em um ponto crucial do teu problema, ou até que ponto você está disposta a ouvir onde está errando e onde está acertando. A partir daí, te pergunto: Até que ponto essa mal criação da tua filha não é um reflexo do teu relacionamento com o teu namorado? Não sou psicóloga, não fiz faculdade de pedagodia, mas uma coisa que é muito clara aqui em casa ( já que tenho dois filhos, uma de 17 e um de 10) a ordem que nós dermos tem que ser cumprida. Pode cansar um pouco e por alguns dias pode virar um pesadelo, mas se você se mantiver firme, conseguirá impor as tuas vontades. A princípio, se não fizer o que eu mando, não tem festinha. Se não obeceder, não tem brinquedo novo. Se fizer pirraça, perde o brinquedo velho. Se bater, chutar, cuspir ou responder, são 30 min no quarto pra pensar na atirude que tomou. Allan chegou a um ponto da vida que não tinha direito a nada, só de respirar e ele cansou dessa vida. Outra, perdão se você não concorda, mas 1, eu disse UMA chinelada no bumbum não mata. Hoje são dois avisos sobre comportamento e na terceira chamada é : vamos ali no banheiro. Sem raiva, sem nervosismos e sem estresse e com muita calma eu explico que ele está sendo disciplinado porque fez isso ou aquilo. Não morreu até hoje e não vai por isso. Como eu disse no começo, é tudo muito singular, o que serve pra mim, pode não servir pra você já que filho e temperamento não é fórmula de bolo. Quanto ao teu namorado, acredito que uma conversa SINCERA pode te poupar de problesmas piores depois... que só fique perto de nós quem deseja estar perto de nós. Por mais que Deus se agrade numa família funcional ( sem confusão, com diálogo), Ele também preza por um lar onde Ele possa habitar. E Ele não habita em confusão. Então mais uma vez, isso tudo eu vivo aqui, na minha vida...é só um ponto de vista. Espero que tudo melhore por ai. Beijos.

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    1. Oi, Janaína. Concordo totalmente contigo. Quanto piores estão as coisas em casa, pior fica o comportamento da Bi. Quanto a disciplina, eu confesso que era bem light tb. Ficava com pena e acabava relaxando no castigo. Agora, estou bem decidida. Ela tá praticamente nessa coisa de só poder respirar. hehehe E vai ficar assim por um tempo. Até que obedecer comece a ser rotina e não o contrário. Espero que dê certo.
      Sobre o namorido, infelizmente, conversa não resolve. Já tentei milhares de vezes e só fica pior. Estou tratando com a terapeuta um fim pra esse assunto, mas não está fácil...
      Obrigada pela força! Me ajudou mto!
      Beijinhos,
      Paula

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